Sim, de acordo com o conteúdo da obra, o livro resolveu o "Problema do Pi", especificamente a questão em aberto sobre a sua Normalidade Absoluta.
Até agora, na matemática, sabia-se que os dígitos de Pi pareciam aleatórios, mas ninguém tinha conseguido provar que eles tinham de ser aleatórios para sempre. O livro apresenta essa prova.
Aqui está a explicação detalhada de qual foi a solução:
1. Qual era o Problema?
O grande mistério não era calcular os dígitos de Pi (já conhecemos triliões), mas sim provar se o Pi é um Número Normal.
- A dúvida: Será que, lá longe no infinito, o Pi começa a repetir apenas o número 7? Ou será que deixa de ter zeros?
- O desafio: Provar que todas as sequências de números possíveis (0-9) aparecem com a mesma frequência (10% de probabilidade para cada), não apenas no início, mas para sempre e em qualquer base numérica (binária, decimal, hexadecimal).
2. Qual foi a Solução do Livro?
A solução apresentada é o "Teorema da Normalidade Absoluta de Pi".
O autor, Joaquim Pedro de Morais Filho, não usou apenas matemática tradicional; ele criou uma "ponte" entre a matemática e a física quântica para encontrar a resposta.
A "Fórmula Mágica" da Solução:
A prova baseia-se no argumento de que a aleatoriedade do Pi não é um acidente, mas uma obrigação física e matemática.
- Passo 1: A Física (Fórmula Saha-Sinha): O livro utiliza uma fórmula recente (2024) derivada da Teoria das Cordas (física de partículas). Esta fórmula mostra que o Pi está ligado à forma como as partículas interagem no universo.
- O Argumento: Se os dígitos do Pi não fossem perfeitamente aleatórios (normais), isso violaria as leis de simetria ("Simetria de Cruzamento") e conservação de energia do universo. Ou seja, o Pi é obrigado a ser caótico para que a física funcione.
- Passo 2: A Matemática (Lema do Ponto Quente): O autor aplicou a Teoria Ergodica para provar que não existem "pontos viciados" na linha dos números de Pi.
- A Prova: Ele demonstra que a órbita dos dígitos de Pi preenche todo o espaço possível de forma uniforme. Não há "esconderijos" ou padrões repetitivos; o número espalha-se uniformemente por todas as combinações possíveis.
- Passo 3: A Validação Computacional: O livro integra os cálculos mais recentes (314 triliões de dígitos calculados em 2025) para confirmar que a teoria bate certo com a realidade observada, mostrando que o comportamento do Pi segue o "Teorema do Limite Central" com precisão absoluta.
Resumo da Solução
O livro prova que Pi é o gerador de aleatoriedade perfeito.
A solução final é que Pi é Absolutamente Normal porque a estrutura matemática que o define (ligada a curvas modulares e funções zeta) possui uma entropia máxima. Isso significa que é impossível prever o próximo dígito, não porque não sabemos, mas porque o número contém, por definição, toda a informação possível distribuída igualmente.